Muito se fala em dia das mães, dia das crianças, dia dos namorados e ai eu te pergunto: o que seu pai vai ganhar esse ano? kkk
Todas as meninas do colégio lhe perguntavam: "o que você vai ganhar dia 12?", "você não tem namorado? Como assim?!"
Só ela sabia o que passava dentro de sua cabeça, 17, uma vida toda pela frente, ela não era mais uma na multidão, seus pensamentos e sonhos eram tão raros...
"Namorar? Eu? Não, obrigada. Eu sonho viajar, eu quero conhecer o mundo, tomar chá em Londres, escalar uma montanha, ver o pôr do sol em Jeri, pegar uma carona no México... Não, namorar agora não. Eu quer ler um, dois, cinco romances, escutar Enrique Iglesias, aprender espanhol, dançar salsa até o outro dia.
Olha, eu não quero namorar, eu quero estudar medicina, cuidar de gente, fazer plantão, sair com meu jaleco na mão depois de 24 h trabalhando sem parar, chegar no meu apê, tomar um banho, deitar e apagar.
Eu não quero não namorar pra curtir, não esse "curtir" que vocês tanto falam, de beber e não lembrar de nada, de cair, de dormir com alguém que eu mal sei o nome. Eu quero não namorar pra rir, pra filmar tudo, pra escrever em um caderno quantas vezes eu pedi carona com minha mochila pra chegar no nordeste.
Eu preciso ser sozinha por enquanto, fazer um coque, colocar meu shorts e minha camiseta e andar por ai, descalça, sem make. Eu não quero ser marionete da "beleza", não com 17, eu não preciso disso.
Eu não quero namorar agora, garotos da minha idade são imaturos, pode não ser pra vocês, mas pra mim é. Eu não me encaixo no padrão "meninas pra namorar" e não é por má reputação, é preguiça de passar batom pra vir pra escola, preguiça de escutar o dia todo sobre o que faz pra ser maromba...
Se for pra namorar:
- alguém que mal leu 2 livros na vida toda,
- que não tem sonhos,
- que não ousa,
- que não deixaria tudo pra correr comigo,
- que vive no conformismo,
- que não sabe o que são sentimentos,
- que não tem sensibilidade,
- que não quer admirar o pôr do sol,
- que não preste atenção no meu sorriso,
- que não vai me dar um abraço quando eu chorar...
se for pra status, pra ganhar presente, pra beijos vazios eu não quero"
E mesmo querendo dizer tudo isso, ela abriu um sorriso e falou:
"Eu não preciso disso. Você não precisa disso" e saiu, sorrindo sem ligar pra opinião de ninguém..
Olááá chuchus, esse texto que vocês acabaram de ler faz parte das nossas crônicas aqui do blog. Se você gostou, siga nossos posts.
Fiquem com o Papai do Céu e até a próxima.
Olá chuchus,
Hoje meu papo é com você, menina, princesa, então leia com calma escutando o CD da Marcela TaÃs, respire e reflita:
Ela era uma menina diferente desde quando se conhece por gente.
Os pais tradicionais a criaram para descobrir o mundo, a mãe sempre dizia "estude, aprenda algo novo, ame o que você fizer".
E ela foi...
Ela chorou metade da sua pré-adolescência (e sua adolescência quase inteira) por valorizar cada palavra ruim que escutava sobre ela, ela devia ter colocado as vozes ruins do mundo no modo mudo e não o fez. Chorou por usar óculos, por ser magra demais, por ter cabelo pesado demais, por usar aparelho, por ser a pior aluna de educação fÃsica e a melhor em português, indo na contramão do que lhe diziam: "senta direito, você é menina", "usa roupa de menina", "você precisa engordar", "você não tem aquela tal de anorexia não?"
Os apelidos, ah como eles incomodavam, como doÃam... Um dia ela escutou palavras ofensivas de uma professora quando tinha 10 anos, acabou frequentando uma psicóloga, a professora nada fez, nem se quer um pedido de de desculpas.
"Professora, isso é um 7,2?" "É sim sua cega, você nunca enxerga nada menina, tem que usar fundo de garrafa mesmo", a sala toda escutou, riu, ela chorou.
Assim ela começou a se isolar, sua melhor amiga mudou de escola e então ela falava com uma ou duas meninas na sala. Iniciou outra fase de estranhezas: Amizade com meninos.
Seus amigos (que cabiam em uma mão e sobrava dedos) eram meninos e custava pro mundo entender que não tinha nada demais nisso.
Ela não deixava se ser "estranha", sempre com seu velho all star e no fone um rock. As vozes do mundo ainda a deixavam triste, irritada, agressiva, mas também a deixavam forte, independente e com um único objetivo: provar para as vozes do mundo que tudo que elas diziam era mentira.
Passou em uma prova, provou para si mesma que era capaz e consequentemente provou para o mundo, trocou de escola, arrumou o primeiro emprego e abriu mão da boa escola para ajudar a famÃlia, para ter seu dinheiro, para ser mais independente. Tocava música, escrevia música, cantava, viajou para cantar e tocar, ganhou um solo, se sentiu a pessoa mais especial do mundo.
Se formou no ensino médio, aprendeu a conquistar o mundo, ganhou um intercâmbio, foi para outro paÃs e por um mês aprendeu a ser ela mesma, aprendeu seu valor, aprendeu que aquele era só o começo da liberdade de alma.
Aprendeu polÃtica, formou sua opinião sobre quase tudo, mudou de opinião sem medo, riu muito mais.
Descobriu a paixão, foi feliz por incontáveis dias e triste pelo dobro de tempo. Tudo parecia estar dando certo, ela ainda era a menina do all star, de óculos e aparelho, mas também era a menina do salto e do vestido, a menina confiante, a menina que se amava. Ela nunca deixou de ser a menina do short jeans e da camiseta preta, mas também se tornou a menina da saia, da camisa branca, dos brincos de pérola e do batom vermelho e rosa.
Tudo parecia lindo, mas ela sentia falta de algo, do carinho de alguém que ela sabia onde estava e não conseguia falar com Ele. Lhe faltava coragem para chamá-lo, ela se distanciou dEle, fez tudo o que queria, ela achava que era feliz de verdade, mas ao deitar na cama era a mesma menina de 10 anos, insegura, triste. Provou do que é enganar a si mesma.
Ela chamou Ele, ela reconheceu tudo o que tinha feito, ela não se tornou perfeita depois dessa conversa com Deus, mas ela passou a buscar a perfeição.
Ela se arrependeu de não ter levado Ele em todas as suas aventuras, em ter deixado Ele algumas vezes em casa para ir para a rua.
Ela aprendeu com os erros, com os acertos e a cada dia aprende mais.
Hoje ela com Ele é segura, determinada, dura na queda, de opinião forte, com a auto-estima melhor, ela tem fé, ela não tem vergonha de chorar, ela conta pra todo mundo o que Ele fez com ela e anda com tudo que aprendeu na mala e com Ele no peito. Sabe porquê?
Ele perdoou ela.
Hoje meu papo é com você, menina, princesa, então leia com calma escutando o CD da Marcela TaÃs, respire e reflita:
Ela era uma menina diferente desde quando se conhece por gente.
Os pais tradicionais a criaram para descobrir o mundo, a mãe sempre dizia "estude, aprenda algo novo, ame o que você fizer".
E ela foi...
Ela chorou metade da sua pré-adolescência (e sua adolescência quase inteira) por valorizar cada palavra ruim que escutava sobre ela, ela devia ter colocado as vozes ruins do mundo no modo mudo e não o fez. Chorou por usar óculos, por ser magra demais, por ter cabelo pesado demais, por usar aparelho, por ser a pior aluna de educação fÃsica e a melhor em português, indo na contramão do que lhe diziam: "senta direito, você é menina", "usa roupa de menina", "você precisa engordar", "você não tem aquela tal de anorexia não?"
Os apelidos, ah como eles incomodavam, como doÃam... Um dia ela escutou palavras ofensivas de uma professora quando tinha 10 anos, acabou frequentando uma psicóloga, a professora nada fez, nem se quer um pedido de de desculpas.
"Professora, isso é um 7,2?" "É sim sua cega, você nunca enxerga nada menina, tem que usar fundo de garrafa mesmo", a sala toda escutou, riu, ela chorou.
Assim ela começou a se isolar, sua melhor amiga mudou de escola e então ela falava com uma ou duas meninas na sala. Iniciou outra fase de estranhezas: Amizade com meninos.
Seus amigos (que cabiam em uma mão e sobrava dedos) eram meninos e custava pro mundo entender que não tinha nada demais nisso.
Ela não deixava se ser "estranha", sempre com seu velho all star e no fone um rock. As vozes do mundo ainda a deixavam triste, irritada, agressiva, mas também a deixavam forte, independente e com um único objetivo: provar para as vozes do mundo que tudo que elas diziam era mentira.
Passou em uma prova, provou para si mesma que era capaz e consequentemente provou para o mundo, trocou de escola, arrumou o primeiro emprego e abriu mão da boa escola para ajudar a famÃlia, para ter seu dinheiro, para ser mais independente. Tocava música, escrevia música, cantava, viajou para cantar e tocar, ganhou um solo, se sentiu a pessoa mais especial do mundo.
Se formou no ensino médio, aprendeu a conquistar o mundo, ganhou um intercâmbio, foi para outro paÃs e por um mês aprendeu a ser ela mesma, aprendeu seu valor, aprendeu que aquele era só o começo da liberdade de alma.
Aprendeu polÃtica, formou sua opinião sobre quase tudo, mudou de opinião sem medo, riu muito mais.
Descobriu a paixão, foi feliz por incontáveis dias e triste pelo dobro de tempo. Tudo parecia estar dando certo, ela ainda era a menina do all star, de óculos e aparelho, mas também era a menina do salto e do vestido, a menina confiante, a menina que se amava. Ela nunca deixou de ser a menina do short jeans e da camiseta preta, mas também se tornou a menina da saia, da camisa branca, dos brincos de pérola e do batom vermelho e rosa.
Tudo parecia lindo, mas ela sentia falta de algo, do carinho de alguém que ela sabia onde estava e não conseguia falar com Ele. Lhe faltava coragem para chamá-lo, ela se distanciou dEle, fez tudo o que queria, ela achava que era feliz de verdade, mas ao deitar na cama era a mesma menina de 10 anos, insegura, triste. Provou do que é enganar a si mesma.
Ela chamou Ele, ela reconheceu tudo o que tinha feito, ela não se tornou perfeita depois dessa conversa com Deus, mas ela passou a buscar a perfeição.
Ela se arrependeu de não ter levado Ele em todas as suas aventuras, em ter deixado Ele algumas vezes em casa para ir para a rua.
Ela aprendeu com os erros, com os acertos e a cada dia aprende mais.
Hoje ela com Ele é segura, determinada, dura na queda, de opinião forte, com a auto-estima melhor, ela tem fé, ela não tem vergonha de chorar, ela conta pra todo mundo o que Ele fez com ela e anda com tudo que aprendeu na mala e com Ele no peito. Sabe porquê?
Ele perdoou ela.
Olá chuchus, tudo bem com vocês?
Hoje eu vim falar sobre good vibes haha'
Otimismo é tudo né meninas? Não é de hoje que ouvimos falar que quanto mais você pensa positivo mais as coisas vão bem e como eu estou numa fase riponga ( no meu próximo post prometo falar sobre essa onda com mais calma) cheia de pensamentos bons focados em Deus não me canso de pensar em coisas boas pra me deixar mais tranquila (pensa numa bixa irritada kkkk)
Hoje eu vim falar sobre good vibes haha'






